Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul e Braskem apresentam

1a Bienal de Dramaturgia Qorpo-Santo - Triunfo RS

 

 

 

 

 

 

 

Programação

 

 

Seminários de

dramaturgia

 

 

 

23 de novembro

Segunda-feira

 

• 14hs às 15hs

Abertura com presença de autoridades

 

Coordenação da Bienal

Presidente da Fundação Qorpo Santo Sra. Odila Rubin

Representante do Patrocinador

Secretária de Estado da Cultura Sra. Beatriz Araújo

 

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• 15hs às 16hs

A interpretação na obra de Qorpo-Santo

 

Bruno David Belo Horizonte/MG e Juçara Gaspar Porto Alegre/RS

 

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Bruno David – Belo Horizonte/MG é ator, dramaturgo e diretor de teatro. Bacharel em Interpretação Teatral e Mestre em Artes da Cena pela Universidade Federal de Minas Gerais. Durante seu percurso acadêmico realizou pesquisas sobre o teatro e a música popular brasileira durante a ditadura militar sob a orientação do Prof. Dr. Maurílio Rocha e, em seu trabalho de conclusão de curso, sobre a vida e a obra de José Joaquim de Campos Leão Qorpo Santo sob a orientação da Profa. Dra. Leda Martins. Sua pesquisa de Mestrado versa sobre o processo criativo do dramaturgo e teve a orientação da Profa. Dra. Maria Marcondes Machado. Em sua carreira profissional como ator, que completa 10 anos em 2021, destacam-se o espetáculo "Seis Mezes de Huma Enfermidade", com o qual foi indicado ao 3º Prêmio Copasa/Sinparc na categoria melhor cenário, juntamente com a diretora Alice Vieira. Em sua formação também participou de cursos com personalidades do teatro nacional e internacional como: Jô Bilac, Ernani Maletta, Fernando Marés, André Cortez, Leonardo Fernandes, Márcio Abreu, Francesca Della Mônica, Júlia Varley e Eugênio Barba. Hoje atua como Instrutor do Curso de Teatro (EM)CENA da Prefeitura de Cláudio/MG, no qual realizou diversas montagens teatrais, no palco e na rua. Atua também como professor de Arte no Colégio Sagrado coração de Jesus. Também é ator-fundador e dramaturgo da Cia. Meninos de Cláudio com a qual esteve em cartaz em Belo Horizonte no início de 2020 com o espetáculo "Paroxístico".

 

 

Juçara Gaspar – Porto Alegre/RS, mestranda em Poéticas Teatrais na UDESC e licenciada em artes cênicas no DAD/UFRGS. É atriz, diretora e dramaturgista de teatro. Integra o Santo Qoletivo, grupo de atrizes e atores pesquisadoras/es que investiga obra e vida de Qorpo Santo desde 2013. No Qoletivo desenvolve trabalhos como elenco e nos núcleos de dramaturgia e produção, de ambos os espetáculos Santo Qorpo Ou O Louco Da província/2014 e Miscelania Qurioza/2019. É mãe do Ariel (22) e Francisco (3).

 

 

 

 

• 18hs às 19hs

Novos Olhares Para Antigas Questões: Apreciações Sobre a Vida e a Produção Literária de José Joaquim de Campos Leão Qorpo-Santo (1829-1883)

 

Maria Clara Gonçalve São Paulo/SP e Luis Augusto Fischer Porto Alegre/RS

 

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Profa. Dra. Maria Clara Gonçalves – São Paulo/SP (pós-doutoranda da UNESP/Assis). Atriz, graduada em Letras (licenciatura) pela UNESP/Assis (2007), desenvolveu o pesquisa de Iniciação Científica intitulada "Identidade e Transformação no teatro camaleônico de Qorpo-Santo" (FAPESP), sob orientação da professora Renata Soares Junqueira. Mestre em Literatura e Vida Social pela mesma universidade (2011), com a dissertação "Percorrendo o universo de devaneios, distorções e dualidades: Considerações acerca da dramaturgia de Qorpo-Santo" (CAPES), com orientação de Gilberto Figueiredo Martins. Doutora em Teoria e História Literária pela na Unicamp (2017), com a tese "Cenas de um mundo às avessas: as relações entre a dramaturgia de Qorpo-Santo e o teatro brasileiro oitocentista" (FAPESP), orientada pela professora Orna Messer Levin. Realizou o pós-doutorado junto ao Programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira (USP), com supervisão do professor João Roberto Gomes de Faria, desenvolvendo a pesquisa "Depois daqueles Seiz Mezes de um Enfermidade: organização comentada da Ensiqlopédia (1877), de José Joaquim de Campos Leão" (CAPES), entre 2019-2020. Atualmente é pós-doutoranda junto ao Programa de Pós-Graduação em Literatura e Vida Social (UNESP/Assis), desenvolvendo a pesquisa "Uma cena ex-cêntrica nos oitocentos brasileiro: os gêneros dramáticos de grande adesão popular e sua relação com a historiografia teatral" (CAPES).

 

 

Luís Augusto Fischer – Porto Alegre/RS, é escritor, ensaísta e professor brasileiro. É formado em Letras pela UFRGS. Tem mestrado e doutorado (com tese sobre Nelson Rodrigues) também pela UFRGS, onde leciona Literatura Brasileira desde 1985. Escreve regularmente para vários jornais. Entre 1993 1996 foi coordenador do Livro e Literatura da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. De 1998 a 1999 foi presidente da Associação Gaúcha de Escritores. Tem publicados vários livros de contos, crônicas, ensaios e teoria literária. Em 2007 recebeu da Secretaria Municipal de Cultura o Prêmio Joaquim Felizardo, como Intelectual do Ano de Porto Alegre. Em 2013, foi eleito Patrono da 59ª Feira do Livro de Porto Alegre.

 

 

 

 

• 19hs às 20hs

A Dramaturgia contemporânea brasileira na perspectiva

do curador de teatro

 

Marcelo Bones Belo Horizonte/MG

 

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Marcelo Bones – Belo Horizonte/MG, é diretor de Articulação da Secretaria de Cultura de Belo Horizonte. Programador, consultor e assessor de importantes festivais teatrais brasileiros, entre eles: Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre, Festival do Teatro Brasileiro e Festival Internacional de São José do Rio Preto. Em 2004 e 2012, foi coordenador e diretor artístico do FIT-BH – Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte. Ministra cursos sobre circulação internacional e nacional para produtores, artistas de artes cênicas. Criador e organizador de eventos de rodadas de negócios no FIT-BH, FITRua POA, entre outros. Idealizador e coordenador do Observatório dos Festivais, organização para a difusão de informações, reflexões e pesquisas sobre festivais de teatro no Brasil. Tem vários artigos publicados em revistas especializadas, no Brasil e no exterior. Articulador da Rede Brasileira de Festivais de Teatro. Diretor executivo da Platô – Plataforma de Internacionalização do Teatro, consórcio de quatro grupos teatrais que objetivam ações de internacionalização (Luna Lunera, Teatro Invertido, Teatro Andante e Espanca!). Foi diretor de artes cênicas da Funarte de 2009 a 2011. Licenciado em Ciências Sociais, até 2016 foi professor do Cefar – Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. Diretor e fundador do Grupo Teatro Andante de Belo Horizonte. Entre 2015 e 2016 foi o articulador na área do teatro da Política Nacional das Artes do Ministério da Cultura.

 

 

 

 

 

 

24 de novembro

Terça-feira

 

• 14hs às 15hs

Dramaturgos, contemporâneos e brasileiros

 

Diones Camargo, Porto Alegre/RS e  Alexandre Dal Farra, São Paulo/SP

 

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Diones Camargo – Porto Alegre/RS, dramaturgo e roteirista, é autor de cerca de 20 peças, entre elas Andy/Edie (Prêmio Funarte de Dramaturgia 2005),Último Andar (Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia 2007), Teresa e o Aquário (VIII Prêmio PalcoHabitasul - Melhor Roteiro 2008), 9 Mentiras Sobre a Verdade, Os Plagiários – Uma Adulteração Ficcional Sobre Nelson Rodrigues (Prêmio Açorianos de Teatro 2012 - Melhor Dramaturgia), Hotel Fuck – Num Dia Quente a Maionese Pode Te Matar,Parque de Diversões (Prêmio Açorianos de Teatro 2016 - Melhor Dramaturgia), Fassbinder – o Pior Tirano é o Amor e A Mulher Arrastada(Prêmio Braskem Em Cena - Melhor Espetáculo 2018); dramaturgista dos espetáculos O MAPA_, Peru, NY e Buarqueanas, suas peças já foram encenadas pelas mais importantes companhias de teatro do RS, algumas delas também publicadas e apresentadas no Brasil e no exterior (em Portugal, Cuba, Espanha, Chile, Uruguai e Singapura). Licenciado em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Em 2007, foi convidado a participar do programa para estudantes estrangeiros do Centro de Educação e Cultura da Larkkülla School, na Finlândia. Em 2012, sua peça Teresa e o Aquário foi publicada em Portugal no livro O Inventar de Uma Dramaturgia, que contém textos de 9 autores portugueses e 3 brasileiros, e encenada durante a 4ª MAD - Mostra Anual de Dramaturgia; em 2013, seu texto Último Andar foi traduzido e lançado em Havana, Cuba, durante a 2ª Semana de Lecturas Dramatizadas de Teatro Brasileño Actual e, em 2016, publicado na coletânea Teatro Brasileño Contemporáneo, edição que reuniu 12 dramaturgos brasileiros. Em 2016, 9 Mentiras Sobre a Verdade fez temporada em Barcelona e Valência, na Espanha, após cumprir temporadas em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Montevidéu, e de ter sido apresentada em mais de 10 festivais pelo Brasil. Em 2019, A Mulher Arrastada foi apresentada no Chile. No cinema, é corroteirista do curta-metragem Último Dia Antes de Zanzibar, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, e roteirista do longa-metragem A Colmeia (baseado na sua peça homônima e selecionado pelo prêmio RS Polo Audiovisual - FAC 2014), com direção de Gilson Vargas e estreia prevista para o segundo semestre de 2020. Sua obra mais recente, A Mulher Arrastada, é uma elogiada peça-manifesto que teve estreia mundial em maio de 2018 durante o Festival Palco Giratório RS. Com direção de Adriane Mottola (Cia. Stravaganza), atuação de Celina Alcântara (UTA – Usina do Trabalho do Ator) e realização de Diones Camargo e LA PhOTO Galeria, a montagem foi selecionada para o 25º Porto Alegre Em Cena - Festival Internacional de Artes Cênicas, no qual recebeu os Prêmios Braskem Em Cena 2018 de Melhor Espetáculo e Melhor Atriz, e convidada para participar das mostras Crítica Em Movimento: Presente, no Itaú Cultural SP, e do 8º Festival Internacional Santiago OFF, no Chile.

 

 

 

Alexandre Dal Farra – São Paulo/SP, Mestre pelo Departamento de Letras Modernas da FFLCH – USP e doutorando pelo PPGAC da ECA/USP, é dramaturgo, diretor e escritor. Indicados a todos os principais prêmios brasileiros, seus textos foram apresentados em diversas cidades em todas as regiões do país e também no exterior, como na Alemanha, em Portugal e na França. Seu texto Mateus, 10 foi vencedor do prêmio Shell 2012 de melhor autor. Foi finalista do Prêmio Aplauso Brasil pelo texto de Abnegação III – Restos. Seu texto Abnegação 1, indicado ao prêmio APCA de melhor texto, foi editado pela mais importante editora de teatro contemporâneo francesa, a Les Solitaires Intempestifs. Lançou em 2013 o seu primeiro romance, Manual da Destruição, pela editora Hedra, considerado pelo renomado escritor Ricardo Lísias "uma das melhores obras da literatura brasileira recente". Em 2015 escreveu Abnegação II – O começo do fim, indicado ao Prêmio Aplauso Brasil de melhor autor. Escreveu também O FILHO, para o Teatro da Vertigem, texto indicado ao prêmio APCA 2015, e ao Prêmio Governador do Estado de São Paulo. Escreveu BRUTO, para o Núcleo Experimental do SESI, dirigida por Luiz Fernando Marques. Escreveu a peça TEOREMA 21, para o grupo XIX de Teatro, e a peça Abnegação 3, para o Tablado de Arruar. Em 2014 foi indicado para o prêmio APCA de melhor autor por Abnegação 1, espetáculo que também dirigiu, juntamente com Clayton Mariano. Ainda nesse ano estreou, de sua autoria, Conversas com meu pai (2014, apoio: Oficina Cultural Oswald de Andrade), que dirigiu em conjunto com Janaina Leite, pelo qual foi indicado aos prêmios QUESTÃO DE CRÍTICA para melhor texto e melhor cenário. Escreveu ainda as seguintes peças: Petróleo (2011, apoio: Proac), Helena pede perdão e é esbofeteada (2010 – apoio: Fomento ao Teatro; Prêmio Myriam Muniz), Novos Argonautas – Haut aus Gold (2009 – apoio: Fundo de Cultura Alemão; SESC-SP), Quem vem lá (2008 – apoio: SESC-SP) e A Rua é um Rio (2006 – apoio: Fomento ao Teatro). Em parceria com o Grupo XIX de Teatro, escreveu a peça Nada aconteceu, tudo acontece, tudo está acontecendo (2013 – apoios: Lei de Fomento ao Teatro, Proac). É professor de dramaturgia e ministrou oficinas por todo o Brasil, em cidades como São Paulo, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis, entre outras. Atualmente, é professor na Escola Livre de Teatro de Santo André, e na PUC-SP, Faculdade de Artes do Corpo. Recentemente, deu aulas na SP Escola de Teatro e em diversos programas municipais e estaduais. Atualmente é doutorando, no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da ECA-USP.

 

 

 

• 15hs às 16hs

Os dramaturgos e a dramaturgia no Rio Grande do Sul

 

Luiz Paulo Vasconcellos, Porto Alegre/RS

 

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Luiz Paulo Vasconcellos -Rio de Janeiro/RJ é ator, diretor teatral, dramaturgo, poeta e historiador brasileiro, ffamoso pela produção de um Dicionário de Teatro, publicado em 1987 (1a. edição) pela LPM Editores. Em 2007 publicou um livro de poemas - Comendo pelas Beiradas - pela Editora Tambor. Bacharelou-se em Direção Teatral em 1969 pela Escola de Teatro da FEFIERJ, hoje Centro de Artes da Uni-Rio. Foi bolsista do Governo Francês em 1970-1971 e participou do Grupo de Pesquisa do Centre Universitaire International de Formation et Recherches Dramatiques (CUIFERD) em Nancy, na França. Foi Bolsista LASPAU-Fullbright no período 1981-1983, obtendo o título de Mestre pela State University of New York. Professor adjunto do Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul entre 1970 e 1995, onde lecionou Direção e Estética do Espetáculo. Foi Diretor do Instituto de Artes da mesma Universidade no período 1977-1981 e Coordenador de Artes Cênicas da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre em duas ocasiões: 1997-2000 e 2004-2008. Como encenador dirigiu peças teatrais no Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Luiz do Maranhão e Nova Iorque, com destaque para "A Ópera dos Três Vinténs" e "A Boa Alma de Setsuan", de Bertolt Brecht; "A Casa de Orates" de Arthur Azevedo; "Agamêmnon", de Ésquilo; “Hamlet”, de Shakespeare, Apareceu a Margarida, de Roberto Athayde. Seus últimos trabalhos como diretor foram "O Assalto", de José Vicente e "Fim de Jogo", de Samuel Beckett. Como ator atuou nas peças de Thomas Bernhardt, "Almoço na casa do Sr. Ludwig", "A força do hábito" e "Heldenplatz", com direção de Luciano Alabarse. Seus últimos espetáculos foram Platão Dois em Um, texto de Donaldo Schuller baseado nos Diálogos de Platão e O Animal Agonizante, adaptação da obra e direção de Luciano Alabarse. Tem também atuado em cinema e televisão, inclusive nas novelas Laços de Família e Mulheres Apaixonadas, da Rede Globo de Televisão. Recebeu o troféu Persona, da Secretaria de Estado da Cultura (1990), o Prêmio Qorpo Santo, da Câmara Municipal de Porto Alegre (1992), o Troféu Açorianos Especial (1993) e de Melhor Ator (2003), da Secretaria Municipal da Cultura e a Medalha Cidade de Porto Alegre (1994), pelos serviços prestados ao teatro brasileiro. Em 2007 recebeu o Prêmio RBS-TV de Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho no curta "Loja da Esquina", de Camila Gonzato.

 

 

 

• 18hs às 19hs

O panorama temático da dramaturgia contemporânea brasileira

nas últimas décadas

 

Afonso Nilson, Laranjeiras do Sul/PR e Francisco Dos Santos Gick, Porto Alegre/RS

 

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Afonso Nilson Barbosa de Souza – Laranjeiras do Sul/PR, é dramaturgo, crítico e curador de teatro. Participa regularmente de várias seleções de espetáculos para festivais, mostras e escreve para sites  e cadernos de cultura. É autor das coletâneas de textos teatrais Pequenos Monólogos para Mulheres Seis Textos Breves para Estudantes de Teatro,  além de diversos livros digitais de dramaturgia.  Seus textos teatrais já foram encenados por dezenas de grupos profissionais e estudantis no Brasil e em Portugal, bem como adaptados para o cinema. Mestre e Doutor em teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Em 2015 recebeu o Prêmio Iberoamericano de ensaios sobre teatro CELCIT. É membro da International Association of Theatre Critics (IATC), filiada à Unesco. Possui graduação em Comunicação Social pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1999), atua na área de Teatro, principalmente nos seguintes temas: dramaturgia contemporânea, crítica teatral, estética teatral, história do teatro, processos curatoriais e gestão de instituições culturais.

 

Francisco Dos Santos Gick – Porto Alegre/RS, possui graduação em Teatro pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (2018). Atualmente é professor de Teoria e História do Teatro no Curso de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. Atua principalmente nos seguintes temas: dramaturgia contemporânea, teatro performativo e pedagogia. Faz parte, desde a fundação em 2012, do Coletivo Errática, onde atua como Diretor, Dramaturgo, Ator e Produtor.

 

 

 

 

• 19hs às 20hs

A dramaturgia do Teatro do Bando, negro, baiano e popular e

A errática escrita da criação teatral

 

Marcio Meirelles,  Salvador/BA e Jezebel De Carli, Porto Alegre/RS

 

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Márcio Meirelles – Salvador/BA, Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, Márcio atua em Teatro desde 1972 e é um dos diretores mais ativos do país. Nasceu em Salvador (Bahia), em 26 de maio de 1954. Responsável pela revitalização do tradicional Teatro Vila Velha, em Salvador, também criou, em 1990, juntamente com Chica Carelli, o Bando de Teatro Olodum, grupo teatral baiano formado somente por atores negros, que surgiu a partir da realização de oficinas nos bairros da capital. Seus espetáculos já foram encenados em diversas cidades do Brasil e, no exterior, passaram pela Europa e pela África. Fundador do grupo Avelãz y Avestruz (1976-1989) e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982), foi também diretor de um dos maiores centros culturais do Brasil, o Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), entre 1987 a 1991. Em 1994, coordenou o projeto de reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, do qual foi diretor artístico até 2006, reassumindo o cargo em julho 2011. De 2007 a 2010 foi secretário de Cultura do Estado da Bahia. Entre seus atuais trabalhos no teatro, destaca-se: o espetáculo Ó Paí Ó, com o Bando de Teatro Olodum, cujo texto e projeto de encenação deram origem ao filme do mesmo nome, com o ator Lázaro Ramos (que começou sua carreira justamente no Bando de Teatro Olodum). Com o diretor alemão Werner Herzog, co-dirigiu o espetáculo Sonhos de uma Noite de Verão, durante a ECO 92. Outro trabalho de destaque foi a direção de Zumbi em Londres com o Black Theatre Co-op, como parte do Lift – London International Theatre of London.

 

Jezebel De Carli – Porto Alegre/RS, Atriz, Diretora, Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, professora do Curso Graduação em Teatro: Licenciatura da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Integra o COLETIVO ERRÁTICA desde sua fundação em 2012, tendo dirigido os espetáculos “Ramal 340: sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora” (2015) e “Plugue: um desvio imaginativo” (2017). Participou como atriz no espetáculo “Dispositivo-Gaivota” (2018), dirigido por Francisco Gick (Errática). Foi diretora da Santa Estação Cia de Teatro. Como encenadora recebeu os Prêmios Açorianos de Melhor Direção/2005, Prêmio Quero-Quero/2006 e melhor direção no 12o Prêmio Braskem Em Cena e 24o Porto Alegre Em Cena. Em 2013, dirigiu “BR-TRANS”, solo de Silvero Pereira, em 2015, dirigiu com Silvero o espetáculo “Quem tem medo de travesti” do coletivo artístico As Travestidas. Estreou em 2019 o seu mais recente trabalho, um solo da atriz Ana Luiza da Silva, “Terra Adorada”, produção Complô Cunhã, o qual recebeu o prêmio de Melhor Dramaturgia e Segundo Melhor Espetáculo no Prêmio Brasken no 27o Porto Alegre em Cena. Em 2020, estreou como criadora/atriz a experiência digital, multimídia e interativa Hipergaivota, a qual recebeu o Prêmio Brasken de Melhor Concepção/Direção para Francisco Gick também no 27o Porto Alegre em Cena.

 

 

 

 

 

 

 

25 de novembro

Quarta-feira

 

• 14hs às 15hs

Dramaturgia negra e brasileira

 

Pedro Bertoldi, Porto Alegre/RS e  Jessé Oliveira, Porto Alegre/RS

 

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Pedro Bertoldi – Porto Alegre/RS, é ator, dramaturgo e arte-educador.  Estudante de Interpretação Teatral na UFRGS. Foi bolsista de pesquisa CNPq em dramaturgia. Como dramaturgo assinou os seguintes espetáculos: Tempos de Solidão - Missa do Orfanato, Desterro: Sobre restos que não importam mais, Inimigos na Casa de Bonecas, vencedor do Ibsen Scholarships 2017, Fábrica de Robôs, Filhas do Sal, Melhor Texto Original no 5º Festival de Teatro de Gravataí, O Diário Inexistente, Melhor Texto Original Infantil no 14º Festcarbo e 5º Festival de Teatro de Gravataí, Frankenstein e Olga, ambos investigando a dramaturgia de processo colaborativo. Indicado ao Prêmio Açorianos de Teatro 2018, na categoria Dramaturgia, por Inimigos na Casa de Bonecas. Como ator integrou as óperas Tempos de Solidão – Missa do Orfanato (Ópera na UFRGS, 2016) e Don Pasquale (OSPA, 2016), DESTERRO: Sobre restos que não importam mais (Coletivo Nômade,2018), Inimigos na Casa de Bonecas (Projeto Gompa, 2018), apresentado em Skien, na Noruega.

 

Jessé Oliveira – Porto Alegre/RS, gestor cultural, professor universitário, iluminador e pesquisador em artes cênicas. Fundador e diretor do Caixa-Preta, grupo pioneiro no desenvolvimento do teatro negro contemporâneo gaúcho. Realizou a direção de mais de 40 espetáculos de teatro, dança e música, apresentados em todo o Brasil e América Latina. Dirigiu o espetáculo “Das Pferd des Heiligen” na Alemanha. Recebeu, em 2007, o Prêmio Florêncio de Melhor Espetáculo, pela Associação de Críticos do Uruguai, por “Hamlet Sincrético”. Tem livros e artigos publicados nos campos do teatro de rua, teatro negro e produção cultural. Atualmente, cursa mestrado no PPGAC - UFRGS e é diretor do IEACEN - Instituto Estadual de Artes Cênicas do Rio Grande do Sul.

 

 

 

• 16hs às 17hs

A dramaturgia das mulheres negras e brasileiras

 

Márcia Limma, Salvador/BA e Dedy Ricardo, Porto Alegre/RS

 

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Márcia Limma, Salvador/BA, iniciou sua carreira nas artes nos anos 90. É atriz, cantora, produtora e pesquisadora em Artes Cênicas. Integrante do grupo Vilavox há 19 anos, tem 9 Espetáculos produzidos pelo grupo e seus dois últimos trabalhos são: Medeia Negra de 2018 e o Holocausto BrasileiroProntuário da Razão Degenerada de 2019. Medeia Negra é listado como um dos espetáculos nacionais mais importantes de 2018 pela revista Bravo, o solo baiano tem circulado pelos maiores festivais de teatro do País e festivais internacionais como na Alemanha e Uruguai. A tragédia grega foi recriada com contornos reais da voz, do corpo e do pensamento de uma mulher negra para apresentar uma leitura visceral sobre o feminismo negro no Brasil.

 

 

Dedy Ricardo – Porto Alegre/RS, é mulher, negra, mãe, filha, irmã, esposa, atriz e professora. Iniciou a carreira artística em 1994, por meio do Projeto de Descentralização da Cultura, que levava oficinas de artes para as periferias da cidade de Porto Alegre.  É licenciada em Teatro pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) e Mestra e doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Foi professora da rede pública municipal de São Leopoldo, onde desenvolveu o projeto Oficina de Teatro e Cultura Negra, no Núcleo de Educação das Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação. Atualmente, trabalha como professora do Departamento de Expressão e Movimento do Colégio de Aplicação da UFRGS, na área de Teatro.  É integrante do Coletivo Atinuké, que estuda o pensamento das mulheres negras. Atua, desde 2000, no grupo Usina do Trabalho do Ator, em Porto Alegre.

 

 

 

• 18hs às 19hs

Encontros e bifurcações entre dramaturgia e performance

 

Matteo Bonfitto, São Paulo/SP e Francis Wilker, Fortaleza/CE

 

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Matteo Bonfitto – São Paulo/SP, é Ator-Performer, Diretor Teatral, Prof. Titular do Depto de Artes Cênicas - IA - Unicamp, Coordenador do LabACT - Laboratório de Atuação e Saberes da Prática (DAC Unicamp) e Pesquisador PQ2 do CNPq. Cursou a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo e a graduação no DAMS - Departamento de Arte, Música e Espetáculo - Università degli Studi di Bologna - Itália. É Mestre em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e Doutor (PhD) pela Royal Holloway University of London - Inglaterra. Além do trabalho artístico apresentado no Brasil e no exterior, tem vasta experiência na área de Artes, sobretudo no que diz respeito aos processos de atuação do ator-performer. Publicou inúmeros artigos sobre esse tema, bem como os livros "O Ator Compositor" (Perspectiva, 2002), A Cinética do Invisível (Perspectiva, 2009) - publicado também em inglês The Kinetics of the Invisible (Peter Lang, 2016) - e Entre o Ator e o Performer (Perspectiva, 2013). É membro da International Federation for Theatre Research, da Performance Studies International e do Corpo Editorial da Revista Performance and Mindfulness da University of Huddersfield, Inglaterra. Desenvolveu pesquisas em nível de pós-doutorado junto ao The Graduate Center - CUNY, New York City, Freie Universität, Berlim e Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3. Parecerista ad-hoc da Capes, do CNPq e da Fapesp, é lider do Grupo de Pesquisa do CNPq; Os Processos Criativos nas Artes da Cena e os Saberes da Prática. É Diretor Artístico do Performa Teatro - Núcleo de Pesquisa e Criação Cênica (www.performateatro.org).

 

 

Francis Wilker – Fortaleza/CE, é artista da cena, diretor, pesquisador, curador e professor no curso de Teatro do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará. É um dos fundadores do grupo brasiliense Teatro do Concreto. Doutor e Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). É autor do livro Encenação no Espaço Urbano (Editora Horizonte, 2018).

 

 

 

 

• 19hs às 20hs

Nada inocente, a dramaturgia de Nelson Rodrigues

 

Caco Coelho,  Porto Alegre/RS

 

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Caco Coelho – Porto Alegre/RS (Ricardo Thofehrn Coelho), trabalha como produtor, ator, diretor e pesquisador teatral há mais de 40 anos. Dirigiu 15 espetáculos, produziu 50 outros. Trabalhou ao lado de Antonio Abujamra (13 espetáculos), José Celso Martinez Corrêa (7 espetáculos), Gerald Thomas. Estagiou na Alemanha, no Volksbuhne, principal teatro de Berlin. Na televisão, dirigiu mais de 300 capítulos. Trabalhou ao lado de Roberto Talma, Roberto Farias. Editor nacional da obra de Nelson Rodrigues, responsável pela publicação de 7 livros. Dirigiu a Usina do Gasômetro por 10 anos, quando foram realizadas mais de 10 mil atividades culturais. Atualmente, está escrevendo seu livro sobre a trajetória dos Rodrigues: “Dossiê Rodrigues – a genealogia 1900/1943”. Seus últimos três espetáculos em Porto Alegre receberam 11 indicações e 4 prêmios.

 

 

 

 

 

 

 

27 de novembro

Sexta-feira

 

• 9hs às 10hs

Dramaturgia: palavra e cena

Jéssica de Souza Barbosa, Porto Alegre/RS

 

 

Processos de Criação Dramatúrgica

Carina Corá/RS 

 

 

Eu, mulher dramaturga, me recontando mulher

Elisa Lucas, Porto Alegre/RS

 

 

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Jéssica de Souza Barbosa – Porto Alegre/RS, é mestranda em Escrita Criativa pela PUCRS. É graduada em Direção Teatral pela UFRGS e em Jornalismo pela PUCRS. Em 2018, publicou o texto teatral Mergulho Cego em Piscina Vazia pela EdiPUCRS. Além de dramaturga, trabalhou como atriz, diretora, fotógrafa e artista gráfica.

 

 

Elisa Lucas – Porto Alegre/RS, atriz, pesquisadora, dramaturga, oficineira teatral e diretora. Doutora e Mestra em Ciências do Espetáculo (Universidade de Sevilha). Bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). A partir da pesquisa O processo de criação dramatúrgica atorial, desenvolveu e encenou os textos Confesso que Capitu (2004), Histórias de uma Mala Só (2009) - Prêmio Tibicuera Melhor Atriz,Encantos de Natal (2012) e A Dama dos Evangelhos (2014, desenvolvido com ajuda de Iberescena). Fundadora do Grupo Capitu - Teatro e Pesquisa Cênica. Diretora de Artes Cênicas e Pesquisadora no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde desenvolve a pesquisa Práticas corporais e vocais para potencializar a presença cênica a partir do Processo de criação dramatúrgica atorial. Integra o Coletivo As Dramaturga (RS) e o grupo Dramaturgias Contemporâneas: Percursos entre Adaptação, Gênero, História e Imaginário, da FURG.

 

 

Carina Corá – Caxias do Sul/RS, pesquisadora no âmbito da escrita criativa e dramaturgia. É bacharel em Teatro com ênfase em Interpretação Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) no qual obteve Láurea Acadêmica. Durante o curso trabalhou como bolsista de Iniciação Científica CNPq da Pesquisa História e Perspectivas do Teatro em Porto Alegre. Ingressou no Mestrado em Artes Cênicas no PPGAC/ UFRGS em 2016. Autora das obras publicadas Memórias Fictícias, Lobo de óculos - trilogia onírica e Útero XY. Dramaturga das obras encenadas Metamorphosis, 90 Ceias e Frankenstein. Professora de inglês e tradutora.


 


 

 

 

 

• 10hs às 11hs

Dramaturgia sonora, música-teatro

 

Christian Benvenuti – Atenas/Grécia

 

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Christian Benvenuti – Atenas/Grécia, é um compositor, professor e pesquisador brasileiro radicado na Grécia. Benvenuti escreve obras acústicas, eletroacústicas e multimeios, explorando processos e métodos que formam uma dualidade de determinação e intuição. Tem doutorado (PhD) em música pela Universidade de Surrey e realizou pesquisas de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e na Universidade Federal do Paraná, sendo também consultor para a Comissão Europeia nas áreas de composição musical, musicologia, e análise musical. Seus interesses de pesquisa incluem composição, dinâmica de informação da música, comunicação, música e tecnologia e teoria da informação.

 

 

 

• 11hs às 12hs

A dramaturgia de Brecht e a prática do Teatro Máquina

 

Fran Teixeira – Fortaleza/CE

 

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Fran Teixeira – Fortaleza/CE, encenadora e artista do Teatro Máquina (Fortaleza-CE), tem graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (1997), Mestrado em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (2001) e Doutorado em Artes Cênicas na UFBA (2013). É professora da Licenciatura em Teatro do IFCE, curso que atualmente coordena. Sua pesquisa aborda principalmente a poética brechtiana, com interesse investigativo pelos processos criativos em teatro de grupo e as interfaces dramaturgia e encenação. Participa dos Programas de Pós-Graduação em Artes do ICA/UFC e do IFCE. Lidera o grupo de pesquisa Drama, dramaturgia, cena: questões contemporâneas (CNPq/IFCE) e participa do Grupo Dramatis - Dramaturgia: mídias, teoria, crítica e criação (CNPq/UFBA). Desenvolve, desde 2003, diversos trabalhos com o grupo Teatro Máquina, entre eles a encenação de oitos espetáculos, premiados em importantes Programas de Estímulo à Montagem e Circulação de Espetáculos, como o Programa BR-Distribuidora de Cultura (Edições 2010, 2014 e 2017), SESC Palco Giratório em 2016, Prêmio Funarte Myriam Muniz em 2007, 2013 e 2016, Programa Rumos Itaú Cultural 2013-2014, além de inúmeros editais municipais e estaduais e vasta participação nos mais importantes festivais nacionais e internacionais. Sob sua direção, o grupo foi indicado em 2009 na Categoria Especial do 21º Prêmio Shell São Paulo, pela técnica de manipulação direta em O Cantil. Tem participado como debatedora, palestrante, consultora, júri e oficineira em diversos festivais nacionais e internacionais, abordando os temas e práticas da pesquisa do grupo. É de sua autoria o livro Prazer e crítica: o conceito de diversão no teatro de Bertolt Brecht (Annablume, São Paulo: 2003). Em 2020, com o Teatro Máquina, publica Sete Estrelas do Grande Carro, livro sobre uma viagem de pesquisa e criação do grupo.

 

 

 

• 14hs às 15hs

Dramaturgia para a infância: reflexões sobre especificidades em um universo plural

 

Viviane Juguero/Noruega e Cleiton Echeveste/RJ

 

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Viviane Juguero é artista, com ênfase na área da dramaturgia, professora, investigadora e produtora cultural, com mestrado e doutorado em Artes Cênicas, pela UFRGS. Atuou como visiting scholar na University of Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos (PDSE/CAPES). Iniciou sua carreira artística em 1994. Idealizadora do Bando de Brincantes, possui mais de quinze anos de atuação na área de arte para crianças, na qual já recebeu prêmios de música e de teatro. É autora de livros, peças teatrais, roteiros audiovisuais, projetos artístico-pedagógicos, canções, artigos e ensaios, encenados e/ou publicados no Brasil e no Exterior, para público infantil e adulto. Tem experiência docente em cursos de qualificação, graduação e pós-graduação. Foi diretora do Teatro de Arena.Integra o Centro Brasileiro e a Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ/ASSITEJ). Atualmente, é pesquisadora de Pós-Doutorado em Artes Cênicas e Estética para a Primeira Infância na Faculdade de Artes e Educação da Universidade de Stavanger, na Noruega.

 

 

 

Cleiton Echeveste – Rio de Janeiro/RJ, dramaturgo, ator, diretor e produtor, desde 1987 Cleiton dedica-se ao teatro, em mais de 40 espetáculos profissionais, em Santana do Livramento/RS (sua cidade natal), Porto Alegre e Rio de Janeiro. Tem formação em Artes Cênicas na UFRGS. Em 2002, radicou-se no Rio, onde criou a Pandorga Cia. de Teatro, cujo repertório é dedicado à infância e juventude, e junto à qual desenvolve pesquisa voltada para temas urgentes na área. Ganhador dos prêmios de dramaturgia no 40º Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa/PR, por “Cabeça de Vento”, e no 10º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, por “Juvenal, Pita e o Velocípede”, ambos publicados pela Giostri Editora (SP). Em 2019, “Cabeza de Viento” foi publicado em espanhol, pelo Editorial Norma, em Lima, Peru, onde vem realizando projetos artísticos na Casa da Literatura Peruana e no Centro Cultural Brasil-Peru. No Rio de Janeiro, desenvolve colaborações artísticas com a Michael Chekhov Brasil e com o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias. Atualmente, desenvolve os textos “O Homem da Coroa de Capim”, para a Telúrica Produções, de Porto Alegre, e “O Sábio ao Contrário”, adaptação do livro de Ricardo Azevedo, e “Como Dobrar um Lençol com Elástico”, para a Pandorga. Desde 2007, integra o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ) e a Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude (ASSITEJ). Integra a rede internacional de dramaturgia Write Local, Play Global, vinculada à ASSITEJ. Desde 2017, é presidente do Conselho de Administração do CBTIJ/ASSITEJ Brasil.


 

 

 

 

• 15hs às 16hs

Mulher, atriz, diretora, produtora, mãe e dramaturga: a inteligência da mulher frente à sociedade em transformação

Patsy Cecato/RS e Dedé Ribeiro/RS

 

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Patsy Cecato – Porto Alegre/RS, atriz, diretora, produtora e dramaturga. Nascida em Florianópolis/SC, muito cedo se mudou para Porto Alegre, onde iniciou sua trajetória profissional, em 1980, em uma oficina que o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone fez na capital gaúcha. Destacada como atriz e diretora, também é co-autora de diversas peças teatrais, dentre elas o sucesso “Manual Prático da Mulher Moderna”. Atualmente, coordena a produtora e a escola Cômica Cultural, uma das autoras do coletivo As Dramaturgas.

 

 

Dedé Ribeiro – Porto Alegre/RS, é dramaturga, produtora, professora e colagista. Jornalista por formação, obteve grau de de mestre na Universidade de Paris I - Sorbonne onde desenvolveu trabalho sobre Produção Teatral e também em Artes Visuais na UFRGS. Como dramaturga, ganhou o Prêmio Habitasul com “O Mistério das Baipotas” (com Angel Palomero); produziu o projeto MicroDramas (internet, saraus e adesivos com os textos) e integrou por oito anos a Oficina Dran, de Dramaturgia, orientada por Graça Nunes. Teve três textos publicados o livro “Teatro com Graça”. Seu texto "Qual Vai Ser?" de 2015 realizou turnê por 280 cidades brasileiras em 2018. Prêmio Tibicuera de melhor atriz em Sapovirareivirasapo”. Atuou como radialista e compositora, porém tornou-se mais conhecida como produtora, tendo criado o primeiro curso de Gestão e Produção Cultural do Rio Grande do Sul (1986). Já dirigiu e criou políticas para grandes Centros Culturais de Porto Alegre e lecionou em cinco Universidades. É sócia da Liga Produção Cultural. Desde 2016 estuda programação neolinguística e dedica-se às artes visuais, tendo montado sua primeira exposição em 2018, “Diagnóstico por Colagem”, apresentada em Porto Alegre e São Paulo. No final de 2018, lançou os textos "Bolo no Casamento" e "AeroPlano" em um livro da coleção As Dramartuga, pela EdiPucRS.

 

 

 

 

 

• 16hs às 17hs

Um teatro da mulher – dramaturgia feminina no palco brasileiro contemporâneo

 

Fernanda Moreno/RS e Natasha Centenaro/RS

 

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Fernanda Moreno – Porto Alegre/RS, possui graduação em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2009) e mestrado em Programa de Pós Graduação em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2013). É Professora, atriz, diretora e dramaturga, especializando-se em dramaturgia infanto-juvenil. É graduanda de Teatro- Licenciatura pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS . Tem experiência na área de Letras com ênfase em Literatura Brasileira e Educação ( interfase entre Teatro e Literatura), atuando principalmente nos seguintes temas: Dramaturgia infanto-juvenil teatro, teatro infantil, gênero e ensino interdisciplina.

 

 

 

Natasha Centenaro – Porto Alegre/RS, Jornalista; Licenciada em Letras – Língua portuguesa e literatura; mestra em Letras – Escrita Criativa e doutora em Teoria da Literatura pela PUCRS / CNPq, com estágio na Sorbonne Université – Faculté des Lettres. Coordena a Premissa – Palavra e arte. Autora de duas vezes draMática (EDIPUCRS, 2018). Destaca a escrita da dramaturgia de O retrato de Laura (vencedora do II Festival de Esquetes CCMQ), direção de Patrícia Silveira; Se chover abra a janela, direção de Fernanda Moreno; a colaboração em Sonhos [Im]possíveis, direção de Patrícia Silveira (peça premiada em festivais no RS) e a adaptação dramatúrgica de Como gostais, de William Shakespeare, direção de Daniel Fraga (Açorianos de Teatro – Júri Popular). Vencedora do Prêmio Literacidade 2014 – Jovem Autor com o livro de contos Aquela e outras mulheres, também finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2013-2014. O seu romance Histórias de silêncio para encenar foi finalista do Prêmio Sesc 2015. Tem textos publicados em antologias e revistas. Ministra oficinas de escrita criativa em escolas, universidades, centros culturais. Integrou a comissão de jurados do Prêmio Teatro Revelação (2011) e a comissão de jurados do Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil (2012), da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. Faz parte do coletivo As dramaturgA.

 

 

 

 

 

• 17hs às 18hs

Dramaturgias contemporâneas que tratam da violência a fim de colaborar para a construção de um imaginário de paz

 

Patricia Dos Santos Silveira/RS

 

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Patricia Dos Santos Silveira – Porto Alegre/RS, Professora de literatura e escritora. Doutora em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2016), no Programa de Pós-Graduação em Letras, na área de concentração de Escrita Criativa, com pesquisa em dramaturgia. Mestre em Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro (PPGT) (2012), na Universidade do Estado de Santa Catarina. Bacharel em Teatro, com láurea acadêmica e habilitação em Direção Teatral, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2014). Possui Licenciatura em Letras Português-Espanhol pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande (2005). Possui Bacharelado em Turismo pela Universidade Federal de Pelotas (2004). Em 2017 idealizou e organizou a primeira mesa de dramaturgia de Porto Alegre sobre dramaturgia de autoria feminina, evento que reuniu 12 mulheres dramaturgas. Com esse evento, criou o coletivo As DramaturgA, coletivo que tem o objetivo de promover a dramaturgia escrita por mulheres. Tem livros publicados sobre processo de criação em dramaturgia contemporânea. É professora de dramaturgia e escrita criativa, atriz e diretora de teatro. Tem experiência na área de Educação, Letras e Teatro, com ênfase em literatura, escrita criativa, dramaturgia, atuação e direção teatral. Atualmente é professora contratada da área de Literatura na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL).


 

 

 

 

• 18hs às 19hs

Tecituras teatrais, dramaturgias...perspectivas Qorposantescas ou Costuras e projeções possíveis para a 2a. Bienal de Dramaturgia Qorpo Santo

 

Maria Aparecida Ramos Dias/RS e Renato Mendonça/RS

 

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Maria Aparecida Ramos Dias - São Jerônimo/RS, é Especialista em Pedagogia da Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), graduada em Filosofia e Licenciatura Curta em História pela Universidade do Vale dos Sinos (UNISINOS/RS). Tem forte atuação em Movimentos Sociais como, feminista, ativista cultural, sócia fundadora do Movimento Pró Cultura de São Jerônimo/RS e sócia benemérita da Fundação Cultural Qorpo - Santo de Triunfo/RS. É diretora teatral, produtora cultural, cantora, artista plástica, atriz e escritora. Atuou como Coordenadora de Projetos, Programas de Saídas de Campo, Pesquisa Científica e Eventos Pedagógicos, Arte Educadora e Professora de Filosofia na CNEC São Jerônimo, Arroio dos Ratos e Charqueadas/RS, por 19 anos, destacando sua Coordenação no Projeto de Educação Intercultural Brasil x Chile 2014/2017. É membro do Coletivo Feminino Somos Todas Anitas de Garopaba/SC, da Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina e do Núcleo de Contadores de Histórias – Seccional Garopaba/SC. Autora de: São Jerônimo em Cordel. Graphimax, São Jerônimo/RS, 2012; Qorpo Santo à Luz do Trágico em Nietzsche. Editora Saraiva, e-book, 2015; e Y GARA MPABA Poéticas Alinhavadas: Projeto Saia Cultural Literária. Editora Rio das Letras, Santa Maria/RS, 2019.

 

 

 

Renato Mendonça – Porto Alegre/RS, é crítico teatral, jornalista, escritor e dramaturgo. É mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Por 15 anos, exerceu a função de editor de Teatro no Segundo Caderno do diário Zero Hora, de Porto Alegre. Entre 2007 e 2014, frequentou a Oficina de Dramaturgia orientada pela atriz e diretora gaúcha Graça Nunes. Foi um dos editores do site nacional de crítica teatral AGORA de 2015 até 2019. Desde 2018, é curador da programação o Ponto de Teatro do Instituto Ling, de Porto Alegre.


 

 

 

 

19hs às 20hs

Concurso Nacional de Dramaturgia Qorpo-Santo e encerramento da Bienal.

 

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Workshops de

dramaturgia

 

 

 

24 de novembro

Terça-feira

 

• 10hs às 11hs

A dramaturgia de Brecht e a prática do Teatro Máquina

 

Fran Teixeira – Fortaleza/CE

 

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Fran Teixeira – Fortaleza/CE, encenadora e artista do Teatro Máquina (Fortaleza-CE), tem graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (1997), Mestrado em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (2001) e Doutorado em Artes Cênicas na UFBA (2013). É professora da Licenciatura em Teatro do IFCE, curso que atualmente coordena. Sua pesquisa aborda principalmente a poética brechtiana, com interesse investigativo pelos processos criativos em teatro de grupo e as interfaces dramaturgia e encenação. Participa dos Programas de Pós-Graduação em Artes do ICA/UFC e do IFCE. Lidera o grupo de pesquisa Drama, dramaturgia, cena: questões contemporâneas (CNPq/IFCE) e participa do Grupo Dramatis - Dramaturgia: mídias, teoria, crítica e criação (CNPq/UFBA). Desenvolve, desde 2003, diversos trabalhos com o grupo Teatro Máquina, entre eles a encenação de oitos espetáculos, premiados em importantes Programas de Estímulo à Montagem e Circulação de Espetáculos, como o Programa BR-Distribuidora de Cultura (Edições 2010, 2014 e 2017), SESC Palco Giratório em 2016, Prêmio Funarte Myriam Muniz em 2007, 2013 e 2016, Programa Rumos Itaú Cultural 2013-2014, além de inúmeros editais municipais e estaduais e vasta participação nos mais importantes festivais nacionais e internacionais. Sob sua direção, o grupo foi indicado em 2009 na Categoria Especial do 21º Prêmio Shell São Paulo, pela técnica de manipulação direta em O Cantil. Tem participado como debatedora, palestrante, consultora, júri e oficineira em diversos festivais nacionais e internacionais, abordando os temas e práticas da pesquisa do grupo. É de sua autoria o livro Prazer e crítica: o conceito de diversão no teatro de Bertolt Brecht (Annablume, São Paulo: 2003). Em 2020, com o Teatro Máquina, publica Sete Estrelas do Grande Carro, livro sobre uma viagem de pesquisa e criação do grupo.

 

 

 

25 de novembro

Quarta-feira

 

10hs às 11hs

A dramaturgia contemporânea do Brasil

 

Hayaldo Copque – Vitória da Conquista/BA

 

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Hayaldo Copque - Vitória da Conquista/BA, Dramaturgo e diretor teatral, Professor Adjunto na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, com Doutorado e Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia - PPGAC/UFBA (2018 e 2012, respectivamente). Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pela UFBA (2009), onde também atuou como professor de Dramaturgia (2012-2014). Na UESB, é ainda vice-presidente regional da Associação dos Docentes da UESB (ADUSB) e membro do Comitê de Ética em Pesquisa e do Conselho de Campus de Jequié. Também atua como dramaturgo e diretor teatral.

 

 

 

26 de novembro

Quinta-feira

 

10hs às 11hs

Público-autor

 

Francine Kliemann – Londres/Inglaterra

 

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Francine Kliemann – Londres/Inglaterra, é artista de teatro, pesquisadora e produtora cultural. Formada em Teatro pela UFRGS (2011) e Mestrado em Performance Making pela Goldsmiths University of London(2017). É co-fundadora do coletivo artístico Teatro Geográfico (BR) e do projeto PLATÔ (Inglaterra/Brasil). Trabalhou também com Teatro Koreja (Itália), Graeme Miller (Inglaterra), Teatro da Vertigem (SP), COLETIVO V.A.G.A(SP), Depósito de Teatro (POA) entre outros. Foi artista residente no METROPOLIS NARRATING THE CITY Residency (Denmark 2019) e LANDXCAPES (Italy 2018). Pesquisa dramaturgia do espaço e teatro imersivo. Possui interesse em investigar as fronteiras entre ficção e realidade, e as múltiplas relações entre espectador obra e lugar na criação dramatúrgica. Mais info: www.francinekliemann.com

 

 

27 de novembro

Sexta-feira

 

10hs às 11hs

Dramaturgia sonora, música-teatro

 

Christian Benvenuti – Atenas/Grécia

 

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Christian Benvenuti – Atenas/Grécia, é um compositor, professor e pesquisador brasileiro radicado na Grécia. Benvenuti escreve obras acústicas, eletroacústicas e multimeios, explorando processos e métodos que formam uma dualidade de determinação e intuição. Tem doutorado (PhD) em música pela Universidade de Surrey e realizou pesquisas de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e na Universidade Federal do Paraná, sendo também consultor para a Comissão Europeia nas áreas de composição musical, musicologia, e análise musical. Seus interesses de pesquisa incluem composição, dinâmica de informação da música, comunicação, música e tecnologia e teoria da informação.